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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Lição 6: Paciência: Evitando as dissensões

Lição 6: Paciência: Evitando as dissensões
Data: 05 de Fevereiro de 2017 


TEXTO ÁUREO 
“Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação [...]” (Rm 12.12).

VERDADE PRÁTICA 
A paciência, como fruto do Espírito, é um antídoto contra a ansiedade e as dissensões.

LEITURA DIÁRIA 
Segunda — Rm 16.17
Evitando as dissensões

 Terça — 1Co 1.10
Evitando os que promovem dissensões

Quarta — 1Co 11.18
Não promover dissensões

Quinta — Rm 13.13
Fugindo das contendas e dissoluções

Sexta — Gl 5.20
As dissensões são obras da carne

Sábado — Gl 5.26
Não cobiçosos de vanglória

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Tiago 5.7-11.

7 — Sede, pois, irmãos, pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia.
8 — Sede vós também pacientes, fortalecei o vosso coração, porque já a vinda do Senhor está próxima.
9 — Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que o juiz está à porta.
10 — Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor.
11 — Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.

HINOS SUGERIDOS 
84, 193 e 427 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL 
Mostrar que a paciência deve ser praticada pelo crente nesses dias trabalhosos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I. Mostrar como Jó é um exemplo de paciência para o crente;
II. Entender que o crente deve abandonar toda dissensão;
III. Saber que o crente deve demonstrar paciência até pela volta de Jesus.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Professor, a paciência é um fruto do Espírito inestimável na vida e trabalho do professor de Escola Dominical. É preciso paciência na preparação — oração, estudo da Bíblia, treinamento e desenvolvimento. Ela também é necessária durante a ministração da sua aula. O apóstolo Paulo ensinou Timóteo sobre a necessidade de ministrar com paciência (2Tm 4.1,2,5). Durante suas aulas, busque orar, ensinar, corrigir, incentivar e realizar todas as outras obrigações que compete ao professor, com toda longanimidade. A paciência não é transferida de uma pessoa para outra. Ela é produzida em nós pelo Espírito Santo à medida que lhe permitimos que a imagem de Cristo seja formada em nós. Toda prova, tentação e demora em sua vida podem ser uma oportunidade para o Espírito Santo produzir em você o fruto da paciência.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO 
A impaciência é uma das características da vida moderna. As pessoas, a cada dia, estão mais ansiosas, o que contribui para o aumento das dissensões. Basta ler os noticiários para vermos casos de brigas e confusões. Muitos desses casos acabam em tragédia e famílias destruídas. Por isso, podemos de imediato perceber a relevância da lição de hoje para os nossos dias. Estudaremos a respeito da paciência, como fruto do Espírito, e as dissensões, como obra da carne.

PONTO CENTRAL 
A obra do Espírito Santo em nós aumenta a nossa tolerância.

I. PACIÊNCIA, ATO DE RESISTÊNCIA À ANSIEDADE 
1. A paciência como fruto do Espírito. 
O termo paciência no grego é makrothümia e significa longanimidade, perseverança e firmeza (Hb 12.1). A paciência, fruto do Espírito, nos habilita a suportar as provações e nos leva a ser complacentes com as falhas dos outros. Vivemos em um mundo onde as pessoas estão a cada dia mais ansiosas, mas os que têm esse aspecto do fruto sabem esperar em Deus com tranquilidade (Sl 40.1). O nosso maior exemplo de paciência está em Deus. Ele é longânimo para com os homens, esperando que ninguém se perca (2Pe 3.9). Moisés, ao ter um encontro com o Senhor no monte Sinai, declarou: “Jeová, o Senhor, Deus misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade” (Êx 34.6).

2. A paciência e a ansiedade. 
Muitos cristãos vivem sofrendo por antecipação, pois se esquecem do que Jesus nos ordenou: “[...] Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida [...]” (Mt 6.25). A ansiedade é uma perturbação interior causada pela incerteza, pelo medo. Ela gera angústia e sofrimento, porém Deus não quer que seus filhos vivam com o coração perturbado, ansioso (Jo 14.1). A paciência, fruto do Espírito, nos ajuda a enfrentar as lutas e os sofrimentos da vida sem desanimar. Os sofrimentos não são para nos destruir, mas servem para nos lapidar, para nos tornar mais pacientes e perseverantes (Hb 12.7-11). Precisamos aprender a esperar com paciência e tranquilidade em Deus, tendo a certeza de que todas as coisas cooperam para o nosso bem (Rm 8.28). Lancemos diante do Senhor tudo aquilo que nos aflige, pois Ele é bom e tem cuidado de nós (1Pe 5.7).

3. Jó, exemplo de paciência em meio à dor. 
Jó é um exemplo de paciência, fé e persistência diante das tribulações. Ele perdeu em um único dia seus filhos, seus bens e sua saúde, mas não perdeu a sua fé em Deus. Em meio à dor de tão grandes perdas, ele declarou: “Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19.25). A fé que Jó tinha em Deus o levou a esperar com paciência pelo socorro divino. Se você está enfrentando alguma situação adversa, tenha fé. Não perca a sua paciência e em tudo dê graças, pois neste mundo tudo é passageiro, até mesmo as aflições (1Ts 5.18).
  
SÍNTESE DO TÓPICO (I)
É possível vencer a ansiedade através da paciência. Um exemplo disso é Jó.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO 
“Tiago começa a carta encorajando os leitores a que aceitem com alegria as provações que são permitidas por Deus para dar-lhes maturidade. A partir daí, passa a mencionar as fontes que nos permitem suportar as perseguições duras e continuadas. Tiago adverte os ricos que oprimem os pobres. Os ricos, que hoje vivem na opulência, enfrentarão com certeza o juízo por maltratarem os inocentes (5.1-6). Nesse clima, os crentes devem ser pacientes, mantendo-se firmes até a Volta do Senhor. A certeza de que o Juiz está às portas, nos conforta e encoraja (vv.7-9). Entrementes, os crentes podem encontrar conforto no exemplo de outros. Como em Jó, que viveu no sofrimento e emergiu da experiência da misericórdia de Deus (vv.10-11). Na medida em que perseveramos devemos permanecer inabalavelmente comprometidos em falar e viver a verdade (v.12). Os crentes também dispõem do recurso da oração. Quando oferecida por uma pessoa justa, produz efeito grande e poderoso sobre a nossa experiência aqui e agora (vv.13-18). Finalmente, cada um de nós é um manancial para os outros. Quando uma pessoa se extravia devemos buscá-la e trazê-la de volta para uma vida em consonância com a verdade de Deus (vv.19-20)” (RICHARDS, Lawrence O. Guia do leitor da Bíblia. RJ: CPAD, 2005, p.875).

CONHEÇA MAIS
“Longanimidade. A palavra grega makrothumía refere-se à paciência que temos com nosso próximo. Ser longânimo é tolerar a má conduta dos outros contra nós, sem nunca buscar vingança. Dentro em breve, os cristãos em Roma passariam por perseguições. Sob tensão e sofrimento, os cristãos podem vir a ter menos paciência uns com os outros, de modo que Paulo conclama: ‘Sede pacientes na tribulação’ (Rm 12.12). Ao ensinar sobre os dons, Paulo inicia tratando da paciência com pessoas e termina com a paciência nas circunstâncias (1Co 13.4,7)”. Para conhecer mais, leia Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal, CPAD, p.489.

II. DISSENSÕES, RESULTADO DA IMPACIÊNCIA 
1. Exemplos bíblicos de impaciência. 
A falta de paciência sempre é perigosa, pois nos faz tomar atitudes erradas e a falar o que não devemos. Na Bíblia encontramos exemplos de pessoas que foram extremamente pacientes e impacientes. A primeira da lista é Sara. Devido à sua esterilidade e idade avançada, ela é tomada pela impaciência e decide agir por conta própria, oferecendo sua escrava Agar a Abraão para que ele tivesse um filho com a escrava (Gn 16.1-4). Esperar com paciência até que as promessas de Deus se cumpram não é fácil. Por isso, precisamos estar cheios do Espírito Santo a fim de que não venhamos a tomar decisões por nossa conta (Ef 5.18). Outro episódio de impaciência e que serve de lição para nós é o caso de Saul. O Senhor havia ordenado que Ele ficasse em Gilgal até a chegada de Samuel (1Sm 13.1-9). Saul esperou durante sete dias, mas depois perdeu a paciência e ofereceu ele mesmo os holocaustos. Essa era uma tarefa exclusiva dos sacerdotes (Hb 9.7). O texto bíblico afirma que, acabando ele de oferecer sacrifício, Samuel chegou (1Sm 13.10). A impaciência de Saul e a sua desobediência o levaram a perder o trono e a alma (1Sm 13.11-14).

2. Deixe de lado toda dissensão. 
Se em uma igreja há brigas e divisões, isso mostra que os crentes são carnais (1Co 3.3). Quem é guiado pelo Espírito não incentiva e nem faz parte de discussões e contendas. Quantos ministérios já foram despedaçados e as ovelhas dispersadas por causa de contendas. Paulo, em Romanos 16.17, exorta os crentes a ficarem atentos àqueles que estavam promovendo dissensões e escândalos a fim de se apartarem deles. Não se associe com aqueles que promovem disputas. Siga a recomendação de Paulo e fuja destes. Onde há dissensões não existe vencedor, pois todos saem perdendo. Jesus disse que todo reino dividido não subsistirá, por isso, tenhamos cuidado (Mt 12.25).
Ser paciente e manso não é um sinal de fraqueza como alguns erroneamente acreditam, mas paciência e mansidão são exemplos de força e maturidade.

3. Evitando o partidarismo. 
Em toda a forma de partidarismo, existe sempre interesses que visam apenas o bem de alguns. O partidarismo quebra a unidade da igreja e impede a presença de Deus. Jesus não morreu na cruz por uma igreja dividida, mas para formar um só corpo a fim de que os perdidos possam se voltar para o Pai (Jo 17.21). Que venhamos a fazer todo o possível para manter o vínculo da paz, e não deixar que as disputas e partidarismos venham macular a Igreja do Senhor. 

SÍNTESE DO TÓPICO (II) 
A dissensão é uma situação que pode se instalar rapidamente entre as pessoas quando prevalece uma atitude desagradável.

SUBSÍDIO HISTÓRICO 
“Ainda sois carnais (Tg 3.3). A palavra aqui é sarkitos, que significa ‘carnal’ ou ‘da carne’. Embora possuam o Espírito, os coríntios não viviam pelo Espírito; sua perspectiva e comportamento expressam a natureza pecaminosa da humanidade.
Embora a tradução da NVI como ‘mundanos’ seja inadequada, ela nos lembra uma verdade importante. As coisas mundanas não são apenas aquelas que os cristãos ‘não devem fazer’, tais como fumar, beber, etc. as coisas mundanas estão relacionadas com ‘agir como meros homens’ (3.3), movidos pelos impulsos egoístas que guiam a humanidade perdida” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. RJ: CPAD, 2007, p.328).


III. PACIÊNCIA, PROVA DE ESPIRITUALIDADE E MATURIDADE CRISTÃ
1. Pacientes até a volta de Jesus. 
Tiago consolou os irmãos que estavam sofrendo com a opressão dos ricos injustos, afirmando que a vinda de Jesus estava próxima. Se você está sofrendo e enfrentando alguma situação de injustiça, não se desespere, pois em breve Jesus voltará e dará fim a toda a dor, sofrimento e injustiça (Tg 5.7). Um dia todo sofrimento chegará ao fim, pois o Justo Juiz voltará para julgar toda a injustiça. Para fazer os irmãos crescerem em esperança e longanimidade, Tiago utiliza também o exemplo do agricultor. O lavrador cultiva a terra e lança nela a semente, mas ele precisa esperar com paciência até que a semente germine, a árvore cresça e apareçam os frutos.

2. Quando a paciência é provada. 
Sabemos que existem momentos em que a nossa paciência e fé são testadas, mas quem acredita e aguarda a vinda gloriosa de Cristo não se exaspera. O Senhor prova a paciência e a fé dos seus filhos. Ele provou a paciência e a fé de seu amigo, Abraão. O patriarca teve que esperar muitos anos até que a promessa de ter um filho com Sara se cumprisse. Depois, ele foi novamente provado quando o Senhor pede que ele lhe ofereça Isaque em holocausto (Gn 22.2,3). Se você está sendo provado, não desanime, permaneça firme no Senhor (1Pe 1.6,7).

3. Maturidade cristã. 
A paciência é uma característica da maturidade e do crescimento espiritual. O crente que não ora, não jejua e não medita na Palavra de Deus não pode alcançar a maturidade cristã. Sem disciplina, o crente permanece imaturo (Ef 4.14). Infelizmente, muitos estão sofrendo de “raquitismo espiritual”. Estes, além de não experimentarem um desenvolvimento espirital saudável, estão sempre envolvidos em confusão, pois são impacientes. O crente maduro permanece firme diante das perseguições e aflições. Tomemos como exemplo os profetas do Antigo Testamento, pois alguns deles sofreram terríveis perseguições por causa do nome do Senhor. Jeremias muito sofreu, mas permaneceu firme, não perdendo sua esperança e crendo nas misericórdias de Deus (Lm 3.21,26).

SÍNTESE DO TÓPICO (III)
A paciência como fruto do Espírito nos ajuda em nossa espiritualidade enquanto aguardamos a volta de Cristo.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO
“A ‘paciência’ (makrothumia) é seguramente o fruto que torna o homem semelhante a Deus. Como ocorre em outros termos, esta é característica de Deus; e do homem, segundo Deus quer que ele seja. Como Deus é paciente com os homens, então eles são pacientes nEle, tanto quanto em relação a seus semelhantes; pois as circunstâncias e os acontecimentos estão nas mãos de Deus.
Esta virtude bíblica vital não deve ser confundida com mera disposição tranquila, que permanece impassível diante de toda e qualquer perturbação. Tal modo de vida é mais uma característica nativa da personalidade do que uma qualidade do espírito. Longanimidade é exatamente o que a palavra sugere: ânimo longo, firmeza de ânimo, constância de ânimo, alguém que permanece animado por muito tempo sem se deixar abater. Sua essência primária é a perseverança (Desistir? Nunca!), suportando as pessoas e as circunstâncias. Como Deus é longânimo para conosco (cf. 1Tm 1.12-16), assim devemos ser longânimos para com nossos semelhantes (Ef 4.2), nunca admitindo a derrota por mais que os homens sejam irracionais e difíceis (cf. 1Ts 5.4). É este tipo de paciência que reflete verdadeiramente o amor cristão (agape cf. 1Co 13.4). Tal amor paciente não é nossa realização. É o trabalho de Deus no coração dos homens, pois é o fruto do Espírito” (Comentário Bíblico Beacon — Gálatas a Filemom. RJ: CPAD, 2006, p.75).

CONCLUSÃO
Que venhamos crescer em graça e sabedoria, buscando desenvolver o fruto do Espírito e deixando de lado toda discussão e partidarismo, pois em breve o Senhor Jesus voltará. Os que primaram por uma vida cheia do Espírito Santo receberão o seu galardão. Cultivemos o fruto do Espírito.

PARA REFLETIR
A respeito da paciência, evitando as dissensões, responda:

O que significa o termo paciência?
Longanimidade, perseverança e firmeza.

Segundo a lição, o que é ansiedade?
Uma perturbação interior causada pela incerteza, pelo medo.

Cite um exemplo bíblico de homem paciente.
Jó é um exemplo de paciência, fé e persistência diante das tribulações.

O que a impaciência e desobediência de Saul lhe causaram?
A perda do trono e da alma.

Cite o exemplo de um profeta do Antigo Testamento que se manteve paciente e esperançoso mesmo diante da dor e do sofrimento.
Jeremias.

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

Paciência: evitando as dissensões
Vivemos certamente um dos períodos mais ansiosos de nossa história. Tudo é mais rápido, “pra ontem”. A vida urbana explodiu demograficamente. Uma alta taxa de concentração dos habitantes numa mesma região da cidade. O resultado: ônibus lotados, engarrafamentos quilométricos, explosão de violência. Num país como o Brasil, onde o resultado dos índices educacionais é pífio, juntando a falência das políticas públicas, um Estado que não funciona na entrega dos serviços básicos necessários à sociedade (Saúde, Educação e Segurança), o que vemos se reproduzir é o caos social no país. Esse caos é refletido, além das grandes desgraças acerca da pobreza e da violência, principalmente nas periferias, nas filas do banco, do supermercado, do trânsito. A impressão: as pessoas não têm paciência.
Como os crentes da igreja local fazem parte desta sociedade, por isso acabam sendo um extrato dela, eles acabam reproduzindo esse espírito impaciente nos locais de encontros e de relacionamentos: família, igreja, círculo de amigos mais chegados. Ou seja, a falta de paciência também é um fenômeno entre os cristãos. Por isso, a Palavra de Deus, e principalmente o Novo Testamento, tem textos contundentes em relação à paciência na vida do crente. Um desses ensinos mais notórios é o que o apóstolo Paulo escreve aos romanos: “E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência; e a paciência, a experiência” (Rm 5.3,4). Ora, a tribulação produz paciência, pois no tempo em que estamos nela, somos ensinados a esperar, ser mais lógico, perceber que o tempo não acontece segundo as nossas escolhas. Por isso, depois que passamos pelo momento de espera, e nos tornamos pacientes, então ganhamos experiência. Esta reflete na maturidade da vida em que aprendemos a esperar, aguardar, perceber as implicações práticas do ponto de vista negativo ou positivo da realidade que está a diante de nós. Enfim, aprendemos a viver segundo o ensino do Evangelho de Jesus (Mt 6.25-34).
Ora, a Palavra de Deus nos ensina a sermos longânimes. Ainda que estejamos sob uma intensa pressão, não nos entregaremos aos excessos de ira. O seguidor de Jesus é equilibrado, pois compreende que Deus suportou com toda a paciência quando éramos vasos de ira, pecadores, rebelados contra Ele por intermédio do pecado original. Mas fomós alcançados por Ele mediante a graça!

Fonte
http://www.estudantesdabiblia.com.br/

Alan Fabiano

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